Esse post será breve, assim como o momento em que uma epifania acontece. O desenvolvimento do nosso segundo programa, o “comida pro espírito”, mesmo antes do seu fim, me revelou uma.
Não sou batizada e nunca tive uma crença definida, mas tenho vasculhado em mim mesma o que há de espiritual. Sabe quando a vida dá uma bagunçada e surge a vontade de se apegar a uma força maior? Clichê, mas é isso mesmo.
Entrevistando e pesquisando sobre o tema do podcast, percebi que a relação entre comida e espiritualidade não precisa da mediação de uma religião. Ela se mostrou presente numa cena que poderia ter passado em branco. Meio de semana, cabeça cheia. Ligo para casa e proponho tomar um vinho e fazer um jantarzinho gostoso. De pijama mesmo, sem frescura.